<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
		>
<channel>
	<title>Comentários sobre: Engarrafamento na Serra do Cipó</title>
	<atom:link href="http://www.minasdehistoria.blog.br/2009/02/engarrafamento-na-serra-do-cipo/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.minasdehistoria.blog.br/2009/02/engarrafamento-na-serra-do-cipo/</link>
	<description>Minas de História é uma janela para o passado mineiro; é o weblog de Marcos Lobato Martins, professor, doutor em História Econômica pela USP, autor de livros como História e Meio Ambiente (2007) e Breve História de Diamantina (1996). Pretende abrigar leituras de historiografia sobre Minas Gerais e apresentar pequisas sobre a trajetória regional.</description>
	<lastBuildDate>Sun, 08 Jan 2012 02:03:17 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.2</generator>
	<item>
		<title>Por: Consuelo</title>
		<link>http://www.minasdehistoria.blog.br/2009/02/engarrafamento-na-serra-do-cipo/comment-page-1/#comment-551</link>
		<dc:creator>Consuelo</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Feb 2011 13:42:42 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.minasdehistoria.blog.br/?p=371#comment-551</guid>
		<description>Estive na serra ontem, saí de casa umas 7:30 h, e quando cheguei lá não pude acreditar na super lotação da serra, um congestionamento em plena serra do cipó. As cachoeiras todas, pagam pra entrar e ficam tão lotadas que parece mais um leilão onde  as pessoas lutam para conseguir um espaço pra fazer um churrasquinho na beira da água, um absurdo, os turistas estão deixando muito lixo no local, e para sair de lá no fim de tarde, enfrenta um trânsito violento. Se a serra é um Parque Natural devidamente monitorado, por que está acontecendo toda essa bagunça lá? Na Serra do Caraça não é assim, lá não se pode comprar terrenos e nem construir, e muito menos comercializar o local. É uma pena ver um lugar tão bonito sendo devastado desta forma.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Estive na serra ontem, saí de casa umas 7:30 h, e quando cheguei lá não pude acreditar na super lotação da serra, um congestionamento em plena serra do cipó. As cachoeiras todas, pagam pra entrar e ficam tão lotadas que parece mais um leilão onde  as pessoas lutam para conseguir um espaço pra fazer um churrasquinho na beira da água, um absurdo, os turistas estão deixando muito lixo no local, e para sair de lá no fim de tarde, enfrenta um trânsito violento. Se a serra é um Parque Natural devidamente monitorado, por que está acontecendo toda essa bagunça lá? Na Serra do Caraça não é assim, lá não se pode comprar terrenos e nem construir, e muito menos comercializar o local. É uma pena ver um lugar tão bonito sendo devastado desta forma.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Cristiane</title>
		<link>http://www.minasdehistoria.blog.br/2009/02/engarrafamento-na-serra-do-cipo/comment-page-1/#comment-94</link>
		<dc:creator>Cristiane</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2009 17:34:06 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.minasdehistoria.blog.br/?p=371#comment-94</guid>
		<description>Estive na Serra do Cipó no ano passado e vi o esfacelamento da natureza. Tinha estado por lá há uns 10 anos e fiquei horrorizada com o que vi ano passado. Latinhas de cerveja, sacolas plásticas de salgadinhos estavam por toda parte. Os homens vão deixam suas &quot;pegadas&quot;. Uma cidade foi construída aos pés da montanha. Condomínios disputam a maior quantidade de hóspedes. Nada disso existia há 10 anos.

Comungo de sua idéia de que a natureza tem que ser levada para a cidade, tanto é que meu objeto de pesquisa mais precioso são os parques e jardins públicos... infelizmente não há lugar para eles nem na história e nem na vida urbana atual. Sejamos tecnicistas e vamos estudar a formação de classes operárias e a modernidade industrial - assuntos que nunca saem de moda. Vamos derrubar parques para fazer barragens – em Itabira o Parque Ecológico do Itabiruçu foi completamente destruído para construção de uma grande barragem de contenção de minério, e ninguém disse nada. Vamos deixar que as cavernas deixem de ser lugares de preservação para virar lugar de exploração. E, agora, o governo federal quer distribuir as terras das antigas estações ferroviárias para construção de casas populares: que o povo se multiplique e o governo paga suas contas! 

Voltemos ao século XIX, Ebenezer Howard sonhava com cidades-jardins, com cinturões verdes ao redor delas. Durante o XX, Niemayer, Lúcio Costa e seguidores sonharam com o vidro, o ferro e o concreto armado. Venceram os últimos. O verde perdeu para o cinza.

Não há movimento ambientalista que resista ao desejo do capital.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Estive na Serra do Cipó no ano passado e vi o esfacelamento da natureza. Tinha estado por lá há uns 10 anos e fiquei horrorizada com o que vi ano passado. Latinhas de cerveja, sacolas plásticas de salgadinhos estavam por toda parte. Os homens vão deixam suas &#8220;pegadas&#8221;. Uma cidade foi construída aos pés da montanha. Condomínios disputam a maior quantidade de hóspedes. Nada disso existia há 10 anos.</p>
<p>Comungo de sua idéia de que a natureza tem que ser levada para a cidade, tanto é que meu objeto de pesquisa mais precioso são os parques e jardins públicos&#8230; infelizmente não há lugar para eles nem na história e nem na vida urbana atual. Sejamos tecnicistas e vamos estudar a formação de classes operárias e a modernidade industrial &#8211; assuntos que nunca saem de moda. Vamos derrubar parques para fazer barragens – em Itabira o Parque Ecológico do Itabiruçu foi completamente destruído para construção de uma grande barragem de contenção de minério, e ninguém disse nada. Vamos deixar que as cavernas deixem de ser lugares de preservação para virar lugar de exploração. E, agora, o governo federal quer distribuir as terras das antigas estações ferroviárias para construção de casas populares: que o povo se multiplique e o governo paga suas contas! </p>
<p>Voltemos ao século XIX, Ebenezer Howard sonhava com cidades-jardins, com cinturões verdes ao redor delas. Durante o XX, Niemayer, Lúcio Costa e seguidores sonharam com o vidro, o ferro e o concreto armado. Venceram os últimos. O verde perdeu para o cinza.</p>
<p>Não há movimento ambientalista que resista ao desejo do capital.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>

