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	<title>Comentários sobre: Prosas do Espinhaço Central IV</title>
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	<description>Minas de História é uma janela para o passado mineiro; é o weblog de Marcos Lobato Martins, professor, doutor em História Econômica pela USP, autor de livros como História e Meio Ambiente (2007) e Breve História de Diamantina (1996). Pretende abrigar leituras de historiografia sobre Minas Gerais e apresentar pequisas sobre a trajetória regional.</description>
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		<title>Por: Andrea</title>
		<link>http://www.minasdehistoria.blog.br/2009/01/prosas-do-espinhaco-central-iv/comment-page-1/#comment-453</link>
		<dc:creator>Andrea</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Nov 2010 15:04:57 +0000</pubDate>
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		<description>Olá,
gostaria de saber se essa foto é de Itambé do Mato Dentro - MG perto de Itabira. Obrigada.

Andréa</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá,<br />
gostaria de saber se essa foto é de Itambé do Mato Dentro &#8211; MG perto de Itabira. Obrigada.</p>
<p>Andréa</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: Cristiane</title>
		<link>http://www.minasdehistoria.blog.br/2009/01/prosas-do-espinhaco-central-iv/comment-page-1/#comment-101</link>
		<dc:creator>Cristiane</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Mar 2009 00:15:02 +0000</pubDate>
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		<description>Marcos,

Difícil comentar o seu texto. Como é difícil dar definição para um conto de Guimarães Rosa. 
Há coisas que é possível exprimir com sentimentos, não com definições. 
Seu texto me prendeu por mais de hora, com os olhos fixos na tela do computador, quase sem piscar. Inquietaram-me os pesadelos do homem bruto, prenúncio de coisas ruins, como acontecia a Riobaldo. O primeiro sonho, que lhe roubou a infância, é de um realismo inquietante. A transformação do ser em pedra bruta é assombrosa. Estamos mais acostumados ao caminho inverso ou nos é preferível conhecer histórias quando a trajetória se dá inversamente ao narrado em seu texto. 
Ambientando num espaço e numa época, sua narrativa nos faz viajar no tempo. Nunca senti os tropeiros sob esta perspectiva. Nunca mais os lerei da mesma forma.
Excelente! 

Abraços,

Cristiane</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Marcos,</p>
<p>Difícil comentar o seu texto. Como é difícil dar definição para um conto de Guimarães Rosa.<br />
Há coisas que é possível exprimir com sentimentos, não com definições.<br />
Seu texto me prendeu por mais de hora, com os olhos fixos na tela do computador, quase sem piscar. Inquietaram-me os pesadelos do homem bruto, prenúncio de coisas ruins, como acontecia a Riobaldo. O primeiro sonho, que lhe roubou a infância, é de um realismo inquietante. A transformação do ser em pedra bruta é assombrosa. Estamos mais acostumados ao caminho inverso ou nos é preferível conhecer histórias quando a trajetória se dá inversamente ao narrado em seu texto.<br />
Ambientando num espaço e numa época, sua narrativa nos faz viajar no tempo. Nunca senti os tropeiros sob esta perspectiva. Nunca mais os lerei da mesma forma.<br />
Excelente! </p>
<p>Abraços,</p>
<p>Cristiane</p>
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